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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Roda celebrativa pelo mês dos pais acontece no próximo sábado, 17 de agosto

Neste mês de agosto, cunhado pela mídia e o comércio como o "mês dos pais", não poderíamos deixar de propor uma homenagem diferente a esses homens cuidadores, através de uma reflexão conjunta sobre os lugares do pai em nossa sociedade. Assim, o Grupo Boa Hora e o Grupo CriaAção do Instituto Nômades, em parceria com o Instituto Papai, o Grupo de Pesquisa Narrativas do Nascer/UFPE, o Projeto Parteria Urbana e o Ishtar - Espaço para Gestantes, com os apoios do Espaço Luminaris e da Livraria Cultura, convidam todos para a Roda de Pais que acontecerá neste sábado, dia 17 de agosto de 2013, no auditório da Livraria Cultura do Paço Alfândega, das 10:00 às 12:30. 
A Roda será facilitada pelos coordenadores da Roda de Pais do Grupo Boa Hora (Djair Falcão, Ricardo Castro e Ricardo Mineiro) e contará com relatos de parto de pais que participaram do Grupo Boa Hora, do Ishtar e do Projeto Parteira Urbana. 

Todos estão convidados para virem compartilhar suas vivências, opiniões, expectativas sobre o papel do pai no parto e nos cuidados com o bebê.

Roda celebrativa pelo mês dos pais
Data: Sábado, 17 de agosto de 2013
Local: Livraria Cultura - Rua Madre de Deus s/nº, Paço Alfândega, Bairro do Recife, Recife
Mais informações:  boahora@institutonomades.org.br | (81) 9973.8035 (tim) / 8960.4721 (claro) / 8787.4987 (vivo)

Realização: Instituto Nômades, Instituto Papai, Grupo Narrativas do Nascer/UFPE, Projeto Parteria Urbana e Ishtar - Espaço para Gestantes
Apoio: Espaço Luminaris e Livraria Cultura

terça-feira, 11 de junho de 2013

Grupo Boa Hora realiza 7ª Roda de Pais neste sábado, 15 de junho

Neste sábado, dia 15 de junho, das 10:00 às 12:30, acontecerá a 7ª Roda de Pais do Grupo Hora, no Espaço Luminaris*. Na roda deste sábado a conversa terá como tema "O parto domiciliar na visão dos pais". Contaremos com a presença de pais que vivenciaram esta situação e irão nos brindar com seus relatos. Tod@s estão convidados para vir compartilhar suas experiências e enriquecer ainda mais essa roda!


Para quem ainda não participou da Roda de Pais, trata-se de encontros do Grupo Boa Hora que acontecem nos terceiros sábados de cada mês que são coordenados e facilitados por uma equipe de pais, ex-integrantes do Boa Hora, abordando temas relacionados ao ciclo gravídico-puerperal, à criação dos filhos, à paternidade/maternidade, a partir de uma perspectiva masculina. O objetivo principal desses encontros é promover uma paternidade mais ativa e consciente. As rodas de pais são voltadas para gestantes, casais grávidos, pais, mães e demais interessad@s.

As Rodas de Pais do Grupo Boa Hora são promovidas pelo 
Instituto Nômades e contam com o apoio do Espaço Luminaris, do Instituto Papai, do Ishtar - Espaço para Gestantes e da Rede Parto do Princípio.
 
7ª Roda de Pais do Grupo Boa Hora
O parto domiciliar na visão dos pais
Sábado, 15 de junho de 2013, das 10:00 às 12:30
*Espaço Luminaris - Rua Silveira Lobo nº 107, Poço, Recife


Mais informações: boahora@institutonomades.org.br - (81) 9973.8035 (tim) - (81) 8960.4721 (claro)

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Grupo Boa Hora realiza 4ª Roda de Pais neste sábado, 16 de fevereiro

Neste sábado, dia 16 de fevereiro, das 10:00 às 12:30, acontecerá a 4ª Roda de Pais do Grupo Boa Hora, no Espaço Luminaris*. O tema abordado na Roda será "cuidados compartilhados nos primeiros meses de vida: em busca de uma paternidade ativa".

Convidamos tod@s a virem compartilhar conosco suas vivências e ideias a respeito desse importante tema!


As Rodas de
Pais do Grupo Boa Hora são promovidas pelo Instituto Nômades e contam com o apoio do Espaço Luminaris, do Instituto Papai, do Ishtar - Espaço para Gestantes e da Rede Parto do Princípio.





Roda de Pais do Grupo Boa Hora
Sábado, 16 de fevereiro, das 10:00 às 12:30
*Espaço Luminaris - Rua Silveira Lobo nº 107, Poço, Recife

boahora@institutonomades.org.br
(81) 9973.8035 (tim) / 8960.4721 (claro)

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Grupo Boa Hora realiza 3ª Roda de Pais neste sábado, 19 de janeiro


Neste sábado, dia 19 de janeiro, das 10:00 às 12:30, acontecerá a 3ª Roda de Pais do Grupo Boa Hora, no Espaço Luminaris*. Na Roda deste mês contaremos com a participação especialíssima de Luciano Gamba, ex-integrante do Grupo Boa Hora e recém-pai de Júlia Helena, que relatará suas vivências e decisões até o nascimento de Júlia, e teremos uma roda de conversas, puxada por Djair Falcão, Ricardo Castro e Ricardo Mineiro com o tema "na gestação e no parto até onde apoiamos as decisões de nossas companheiras?".

Para quem ainda não participou da Roda de Pais, trata-se de encontros do Grupo Boa Hora que acontecem nos terceiros sábados de cada mês que são coordenados e facilitados por uma equipe de pais, ex-integrantes do Boa Hora, abordando temas relacionados ao ciclo gravídico-puerperal, à criação dos filhos, à paternidade/maternidade a partir de uma perspectiva masculina. O objetivo principal desses encontros é promover uma paternidade mais ativa e consciente. As rodas de pais são voltadas para gestantes, casais grávidos, pais, mães e demais interessad@s.

As Rodas de Pais do Grupo Boa Hora são promovidas pelo Instituto Nômades e contam com o apoio do Espaço Luminaris, do Ishtar - Espaço para Gestantes e da Rede Parto do Princípio.

 

3ª Roda de Pais do Grupo Boa Hora
Sábado, 19 de janeiro, das 10:00 às 12:30
*Espaço Luminaris - Rua Silveira Lobo nº 107, Poço, Recife
(81) 9973.8035 (tim) / 8960.4721 (claro) 

boahora@institutonomades.org.br

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Grupo Boa Hora realiza 2ª Roda de Pais neste sábado, 15 de dezembro


Neste sábado, dia 15 de dezembro, acontecerá a 2ª Roda de Pais do Grupo Boa Hora, no Espaço Luminaris, das 10:00 às 12:30. Na Roda deste mês, a conversa, que será puxada por Djair Falcão e Ricardo Castro, será sobre "o papel do pai na gestação, no parto e no pós-parto".

Para aqueles que ainda não conhecem as Rodas de Pais, tratam-se de encontros do Grupo Boa Hora que acontecem nos terceiros sábados de cada mês e que são coordenados e facilitados por uma equipe de pais, ex-integrantes do Boa Hora, abordando temas relacionados ao ciclo gravídico-puerperal, à criação dos filhos, à paternidade/maternidade a partir de uma perspectiva masculina. O objetivo principal desses encontros é promover uma paternidade mais ativa e consciente. As rodas são voltadas para gestantes, casais grávidos, pais, mães e demais interessad@s.

Os coordenadores/facilitadores das rodas de pais são: Bruno Paes, ambientalista e pai de Ian, de 2 anos; Djair Falcão, engenheiro civil/empresário, pai de Matheus (12 anos), Mariana (8 anos) e Rudá (3 anos), e padrasto de Dara (12 anos), Luísa (10 anos) e Flora (8 anos); Ricardo Castro, psicólogo e pai de Miguel (4 anos) e Iara (5 meses), e Ricardo (Mineiro) Lima, topógrafo e pai de Cecília, de 10 meses.

As Rodas de Pais do Grupo Boa Hora são promovidas pelo Instituto Nômades e contam com o apoio do Espaço Luminaris, do Ishtar - Espaço para Gestantes e da Rede Parto do Princípio.

Para mais informações/inscrições, entre em contato conosco através do email boahora@institutonomades.org.br ou dos telefones (81) 9973.8035 (tim) e 8960.4721 (claro).


2ª Roda de Pais do Grupo Boa Hora
Sábado, 15 de dezembro, das 10:00 às 12:30
Espaço Luminaris - Rua Silveira Lobo nº 107, Poço, Recife
(81) 9973.8035 (tim) / 8960.4721 (claro)

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Grupo Boa Hora lança Rodas de Pais em seu sétimo aniversário

Pai Não É Visita! - roda promovida pelo Papai
Neste sábado, dia 24 de novembro, das 10:00 às 12:30, acontecerá a primeira roda de pais do Grupo Boa Hora, no Espaço Luminaris. O encontro inaugurará um novo formato do Grupo, no qual os encontros das quartas-feiras à noite continuarão no formato já conhecido, porém os encontros dos terceiros sábados de cada mês serão coordenados e facilitados por uma equipe de pais, ex-integrantes do Boa Hora, que abordarão temas relacionados ao ciclo gravídico-puerperal, à criação dos filhos, à paternidade/maternidade a partir de uma perspectiva masculina. O objetivo principal desses encontros é promover uma paternidade mais ativa e consciente. As rodas de pais são voltadas para gestantes, casais grávidos, pais, mães e demais interessad@s.
  

A ideia surgiu a partir da roda de diálogos Pai não é visita!, organizada pelo Instituto Papai em agosto deste ano, com o apoio do Instituto Nômades e do Ishtar - Espaço para Gestantes. A data escolhida para o lançamento das rodas de pais, excepcionalmente no quarto sábado deste mês, é o dia em que o Grupo Boa Hora completará 7 anos de existência, fechando o seu primeiro setênio e iniciando uma nova fase. O lançamento marcará o aniversário do Grupo, porém a celebração oficial está programada para janeiro de 2013.

No encontro do sábado teremos uma roda de conversas com depoimentos de pais sobre suas vivências de gestação e parto. Os pais que quiserem compartilhar suas experiências serão muito bem-vindos!


Os coordenadores/facilitadores das rodas de pais são:
Bruno Paes, ambientalista e pai de Ian, de 2 anos; Djair Falcão, engenheiro civil/empresário, pai de Matheus (12 anos), Mariana (8 anos) e Rudá (3 anos), e padrasto de Dara (12 anos), Luísa (10 anos) e Flora (8 anos); Ricardo Castro, psicólogo, coordenador do Instituto Papai e pai de Miguel (4 anos) e Iara (4 meses), e Ricardo (Mineiro) Lima (em primeiro plano na foto acima), topógrafo e pai de Cecília, de 9 meses.

I Roda de Pais do Grupo Boa Hora
Sábado, 24 de novembro, das 10:00 às 12:30
Espaço Luminaris - Rua Silveira Lobo nº , Poço, Recife
(81) 9973.8035 (tim) / 8960.4721 (claro)

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Não basta ser pai...

Jornal do Brasil, 09/08/09
Mirian Goldenberg

Recentemente, escrevi um artigo em que perguntava: É possível uma efetiva igualdade entre os sexos se a mulher detém, quase exclusivamente, o direito e o dever de cuidar dos filhos? Recebi dezenas de e-mails de homens e mulheres. Todos os homens escreveram para apoiar veementemente o meu argumento. No entanto, algumas mulheres discordaram, alegando que, em função da extrema importância do aleitamento materno, é uma obrigação exclusiva da mãe cuidar do bebê, pelo menos nos seus primeiros meses de vida.

Escrevi o texto após a Comissão de Direitos Humanos do Senado ter aprovado,por unanimidade, o projeto que aumenta de quatro para seis meses o período da licença-maternidade. Aplaudi a aprovação do projeto e a valorização da maternidade. Mas perguntei: não está também na hora de respeitar o homem brasileiro, ou melhor, a paternidade? Aparentemente não, pois um outro projeto defende o aumento da licença-paternidade de cinco para quinze dias, com o objetivo de que os pais possam "ajudar" as mães nos primeiros dias de vida do bebê. Pensei em uma realidade oposta, como a da Suécia, em que a licença de mais de um ano para cuidar do recém-nascido é para ambos os pais. O casal pode decidir quem ficará sem trabalhar para cuidar do bebê: o pai ou a mãe. A proposta visa a estimular os homens a assumir um papel ativo na criação dos filhos e a propiciar uma divisão mais igualitária das tarefas domésticas.

Todos sabem que os meses iniciais são fundamentais para assegurar a adaptação do bebê ao mundo, o que significa que cuidar de um recém-nascido é muito mais do que apenas garantir o aleitamento materno. Esse tempo é necessário para estabelecer o vínculo afetivo com a criança, indispensável para o seu desenvolvimento emocional e social. Cinco (ou quinze) dias são suficientes para que o pai participe da formação emocional e social da criança, enquanto a mãe deve dedicar seis meses exclusivamente a essa tarefa?

É possível pensar em uma efetiva igualdade entre os sexos quando a mulher detém o direito e o dever de cuidar dos filhos? Esse cuidado não pode (e deve) ser igualmente compartilhado pelos homens? É verdade que muitos homens recusam ou duvidam da própria competência para o exercício da paternidade. Contudo é fácil constatar, inclusive com a notável discrepância entre os dois projetos, que aqueles que querem exercer plenamente a paternidade estão impedidos de cuidar de seus filhos, já que as mulheres são percebidas como as legítimas detentoras do saber e do poder nesse âmbito. Elas são consideradas as únicas realmente necessárias no momento inicial da vida, cabendo ao pai, quando muito, a função de "ajudar" a mãe.

Limitados a um papel secundário ou terciário (quando o bebê é cuidado pela avó, babá ou empregada doméstica), são ainda acusados de imaturos, ausentes, irresponsáveis, incompetentes e inadequados como pais. Muitas mulheres vivem a maternidade como um poder que não querem compartilhar e percebem os homens como meros coadjuvantes — ou até mesmo figurantes — em um palco em que a principal estrela é a mãe. Não é possível questionar a suposta superioridade feminina no domínio privado sem enfrentar uma forte reação das mulheres, inclusive de muitas que lutam pela completa igualdade entre os gêneros. Mas não seria exatamente nesse terreno, completamente dominado pelas mulheres, que se enraizaria a mais profunda desigualdade entre os sexos?

É muito difícil transformar uma realidade social quando ela é vista como da ordem da natureza, natureza que é usada para justificar o papel privilegiado da mãe e para marginalizar ou excluir o pai dos cuidados com o recém-nascido. No entanto, não existe absolutamente nada na "natureza" masculina que impeça um pai de cuidar, alimentar, acariciar, acalentar e proteger seu bebê, assim como não há uma "natureza" feminina que dê à mãe a autoridade de se afirmar como a única capaz de cuidar do recém-nascido. Os cinco (ou quinze) dias de licença-paternidade e os seis meses de licença-maternidade revelam a enorme desigualdade de gênero em nosso país.

Consolida-se, com esse abismo, o monopólio feminino dos prazeres, encargos e sacrifícios com os filhos. Reforça-se, também, a falta de respeito e de reconhecimento da importância do exercício da função paterna. Sem desmerecer a conquista das mulheres, muito pelo contrário, é mais do que necessário denunciar a injustiça e a discriminação que sofrem aqueles que querem exercer plenamente a paternidade.

Se as crianças de hoje aprenderem que o pai e a mãe podem ser igualmente disponíveis, atenciosos, responsáveis, protetores, presentes e amorosos, é possível que, em um futuro próximo, tenhamos uma verdadeira igualdade entre homens e mulheres, e a crença de que em nenhum domínio (público ou privado) um é superior ou mais necessário do que o outro.

Fonte: http://www.miriangoldenberg.com.br/

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Lula sanciona lei que institui guarda compartilhada

Marina Mello
Direto de Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta manhã o projeto de lei que instituiu no Código Civil a guarda compartilhada para filhos de pais separados. A nova lei prevê que seja dada preferência a esse tipo de tutela em qualquer processo de divórcio e estabelece que a responsabilidade pela criança seja dividida de maneira igual pelo pai e pela mãe.
O texto do projeto de lei prevê que "o sistema de co-responsabilização do dever familiar em que os pais, em caso de ruptura conjugal ou da convivência, participam igualmente da guarda material dos filhos, bem como dos direitos e deveres emergentes do poder familiar".
Antes da sanção da lei, a Justiça seguia o preceito da guarda unilateral, quase sempre dando preferência à mãe no processo. Agora, com a guarda compartilhada, além de pagar de pensão, os pais passam a ter a obrigação de participar ativamente da formação educacional de filho, sob pena de abandono de incapaz.
O presidente da ONG Pais Para Sempre, Rodrigo Dias, foi um dos idealizadores deste tipo de guarda por ter sofrido em sua separação com a antiga legislação. Ele conta que, quando seu filho tinha seis anos de idade, ele e a mulher se divorciaram e ele ficou com o direito de ficar com a criança a cada quinze dias.
Para Dias, o tempo com o filho não era suficiente e por esta razão ele sugeriu a criação da guarda compartilhada, projeto que tramitou durante mais de cinco anos no Congresso Nacional, até chegar à sanção do presidente Lula.
O filho dele, Jose Lucas Delmondes Dias, atualmente com 12 anos, veio hoje ao Palácio do Planalto com o pai, para acompanhar a cerimônia na qual o presidente sancionou a lei. O menino comemorou a novidade. "Para mim foi muito bom porque passei a conviver muito com os dois, e agora virando lei, vai ajudar outras crianças", disse.
A advogada Denise Veiga, mãe de dois filhos, já aderiu à guarda compartilhada antes mesmo de virar lei. "Eu recomendo, estou muito satisfeita porque agora eu divido responsabilidades", afirmou.
O presidente da ONG Pai Para Sempre, a guarda compartilhada incentiva os pais separados a terem uma boa convivência. "Acho que a médio e longo prazo, a nova lei vai conscientizar as pessoas. Não precisa haver amizade entre o pai e a mãe, o que tem que unir os dois é o amor pelo filho", concluiu.